Arrancou a fase final da requalificação da Estrada Municipal 546, no troço com cerca de 1.400 metros, compreendido entre a rotunda de Antas e o início da freguesia de Forjães, concretamente na Rua Padre Bento da Mota e na Avenida de Santa Marinha. A intervenção permitirá concluir uma obra já iniciada e há muito reivindicada pela população, melhorando de forma significativa as condições de mobilidade e segurança rodoviária.
A empreitada contempla o alargamento e a uniformização da faixa de rodagem, a construção de passeios e a renovação integral dos pavimentos. Paralelamente, inclui um conjunto de intervenções estruturais ao nível das infraestruturas subterrâneas, nomeadamente a ampliação e reabilitação da rede de abastecimento de água, o reforço do saneamento de águas residuais e a implementação de uma rede de drenagem de águas pluviais.
A obra, com um investimento global superior a 1.3 milhões de euros, acrescido de IVA, é promovida pelo Município de Esposende, em articulação com a Esposende Ambiente. Candidata ao programa de financiamento NORTE 2030 – Ciclo Urbano da Água em Baixa, esta intervenção enquadra-se nos objetivos do Plano Estratégico para o Abastecimento de Água e Gestão de Águas Residuais e Pluviais 2030 (PENSAARP 2030).
O Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, sublinha que esta obra representa “um investimento estrutural, justificado pelo interesse público que serve”. Reconhecendo os constrangimentos temporários, associados à execução da obra, nomeadamente ao nível da mobilidade e do condicionamento do trânsito, o autarca destacou a importância de “intervenções exigentes, mas fundamentais para garantir um futuro mais sustentável, assegurando água de qualidade, um saneamento mais eficiente e a proteção da saúde pública e do ambiente”.
Também o Presidente do Conselho de Administração da Esposende Ambiente, Manuel Losa, salientou o caráter estruturante da intervenção, enquadrada no PENSAARP 2030. Segundo o responsável, “apesar das condicionantes prolongadas ao trânsito, decorrentes da complexidade do terreno e da natureza das infraestruturas a executar, esta é uma obra essencial para a sustentabilidade do setor a longo prazo”, alinhada com a visão estratégica do Município e da empresa municipal.
Este investimento contribui ainda para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas, em particular o ODS 6 (água potável e saneamento), o ODS 11 (cidades e comunidades sustentáveis) e o ODS 13 (ação climática).
Fonte: CME


