Vila Verde lança concurso para criação da mascote ambiental

Objetivo é promover reciclagem e melhorar comportamentos na deposição de resíduos
 
O Município de Vila Verde decidiu lançar um concurso para a criação de uma mascote oficial, no âmbito de uma campanha ambiental com o objetivo de promover a reciclagem e os comportamentos adequados na deposição de resíduos.
Conforme o regulamento aprovado pelo executivo camarário, o concurso destina-se a jovens vilaverdenses ou que frequentem estabelecimentos escolares do concelho de Vila Verde, com idades compreendidas entre 15 e 25 anos.
As propostas têm de ser enviadas até 15 de abril, por correio eletrónico, para [email protected]. Podem participar a título individual ou em grupo, até ao máximo de três elementos.
O vereador Carlos Tiago Alves, responsável pelo pelouro municipal do ambiente, explica que “a mascote oficial” será um elemento importante para simplificar e reforçar as mensagens ambientais que se pretende incutir na população em geral, com especial referência para os hábitos na deposição do lixo doméstico.
“Esperamos que os participantes neste concurso usem toda a sua imaginação e criatividade para a construção de uma mascote com design único e criativo, que seja facilmente reconhecível, apelativo e possa ajudar a conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e da política dos 4r’s: Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar”, aponta Carlos Tiago Alves.
O regulamento do concurso estabelece que a criação da mascote ambiental “apresente representação gráfica (em desenho, ilustração ou arte digital) e tenha potencial de transformação em mascote real (seja fantoche, fato ou boneco)”.
Sempre com o objetivo de promover a reciclagem e a deposição correta de resíduos, a mascote deve ainda ter um nome apelativo e de fácil memorização, conter um elemento identitário do concelho (seja cultural ou ambiental) e incluir um slogan associado ao tema.
Cada participante ou grupo só poderá submeter uma única proposta, que contenha a imagem da representação gráfica da mascote (em formato JPG ou PNG, o nome e o slogan a atribuir, e a memória descritiva (máximo de uma página) expondo o conceito, a relação com a temática ambiental e a viabilidade de transformação em mascote real.
As propostas serão analisadas por um júri designado pela entidade organizadora, tendo com critérios a originalidade e criatividade, a pertinência da mensagem ambiental, o potencial de adaptação a mascote física, a qualidade técnica e estética da proposta e o elemento identitário do concelho.
Está prevista a atribuição de um prémio pecuniário de mil euros à proposta vencedora, assim como duas menções honrosas com prémios de 500 euros e 250 euros para mais duas propostas selecionadas.
O júri do concurso integra o artista plástico Maciel Cardeira, a criadora de conteúdos digitais Sónia Sousa, a professora de artes visuais Cláudia Gomes e o técnico ambiental Adelino Silva. Os resultados serão comunicados até 30 de abril.
Fonte: CMVV