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Rádio Cávado

2019/11/15

Cerca de 80% dos municípios do Norte assumiram competências do Estado desde 2018

Barcelos Nacional Regional Últimas

Barcelos ainda não exerce transferência de competências, um dos poucos municípios do Norte. Ao todo, cerca de 80% dos municípios do Norte aderiram ao processo de transferência de competências do Estado iniciado em 2018 e os de menor dimensão assumiram mais tarefas, revelam dados da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR-N). “Dos 86 municípios da Região do Norte, 68 [79%] aderiram ao processo de transferências de competências para as autarquias, numa lógica de descentralização administrativa. Os municípios de menor dimensão são os que exercem mais competências, enquanto os maiores continuam a não aderir ao processo”, descreve a Comissão de CCDR-N na sua página da Internet. Entre as câmaras “sem competências a exercer em 2019” estão, entre outras, Fafe, Famalicão, Barcelos, Esposende, Ponte de Lima, Amares, no Minho, e o Porto, Vila Nova de Gaia, Espinho, Vila do Conde, Trofa, Amarante, , Torre de Moncorvo, Vimioso, Alijó, Mondim de Basto e Penedono. De acordo com a CCDR-N, “o número de competências aceite por município é muito variável, verificando-se que atualmente a tendência é para exercerem uma (19%) ou duas (13%)”. As restantes “têm expressão diminuta, algumas representando apenas 1%”, diz aquela entidade. Nas Comunidades Intermunicipais (CIM) do Alto Minho e do Alto Tâmega, “todos os municípios exercem competências em 2019, atingindo também percentagens elevadas de adesão as CIM do Tâmega e Sousa e do Douro, com 91% e 84%, respetivamente”, assinala a CCDR-N. “Na CIM do Cávado assistiu-se a uma rejeição inicial por parte de todos os municípios, mas, neste momento, já aderiram três, o que representa 50%, muito embora o número seja muito reduzido”, referem. As Áreas Portuárias assumem “a preponderância nas escolhas dos municípios”, tendo sido assumidas tarefas neste setor em 69% dos concelhos. Segue-se a “Gestão do Património Imobiliário Público sem Utilização”, com 68% dos municípios e o “Transporte em Vias Navegáveis Interiores”, com 66%. “Quanto à ‘Saúde’, apenas nove entidades a vão exercer, sendo de realçar o facto de 21 não estarem abrangidas pela transferência desta competência”, acrescenta. Quando analisadas as transferências de competências dos municípios para as freguesias, das 1.426 freguesias que integram a Região do Norte, 964 (68%) aceitaram exercer alguma ou algumas das competências, diz a CCDR-N. A competência “Espaços de Cidadão” foi a que cativou mais freguesias (34%), assinala. De acordo com a CCDR-N, as freguesias dos municípios de Boticas, Vila Nova de Gaia e Vinhais “optaram por não exercer nenhuma competência”. “Só em 18 municípios, que correspondem a 238 freguesias, é que se verifica que todas aceitaram exercer alguma ou algumas competências, já que nos restantes há sempre um número variável de não aderentes ao processo”, observa a CCDR-N. Chaves e Vila Real “decidiram manter na sua área de intervenção todas as competências, apesar de, no primeiro caso, haver 29 freguesias e no segundo quatro disponíveis para as exercerem”. (Notícia Agência Lusa)

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