O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou a condenação a dois anos de prisão, com pena suspensa, de um médico de Barcelos que pediu cinco mil euros para "meter cunha" num concurso público e arranjar emprego para uma enfermeira.
Para a suspensão da pena, o arguido terá de pagar três mil euros à Amnistia Internacional, segundo nota publicada, esta terça-feira, pela Procuradoria-Geral da Distrital do Porto. O médico foi condenado pelo crime de tráfico de influência, no julgamento no Tribunal de Braga.
O médico Afonso Inácio, ex-diretor do Centro de Saúde Barcelos, admitiu que "acertou" com o pai de uma enfermeira o pagamento de um total de cinco mil euros, uma verba a pagar em duas tranches iguais. O acordo aconteceu em novembro de 2015.
No entanto, o concurso "não correu bem" e Afonso Inácio começou a ser pressionado para devolver os 2.500 euros, o que acabou por acontecer. No momento da devolução, a Polícia Judiciária interveio e apreendeu o dinheiro, acabando por constituir como arguidos tanto o médico como o pai da enfermeira, indiciados por corrupção.
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