O médico barcelense Afonso Henriques e os sócios da Clínica Particular de Barcelos, a CIEDA – Carvalho, Inácio, Esteves, Duarte & Araújo, foram condenados a pagar 140 mil euros, mais os juros de dez anos, a Moisés Barbosa Vieira e mulher e a Carlos Gonçalves.
O Tribunal de Relação de Guimarães recebeu o recurso, mas deu como provado que os queixosos assinaram com o médico, um contrato-promessa de compra em 2003, por 75 mil euros.
O pedido de reembolso chega aos 140 mil dado que exigiram mais 65 mil, o dobro da verba dada inicialmente como sinal. Segundo O Minho, Afonso Henriques negava ter ficado com o dinheiro e que o negócio não se havia concretizado por desinteresse dos queixosos.
A Clínica Particular de Barcelos foi, depois, desta compra inacabada, vendida à Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário de Viana do Castelo, a qual a alienou, de seguida, ao Hospital Particular de Viana.
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