O Ministério Público acusou de corrupção três responsáveis do CASP por, alegadamente, cobrarem 5 mil euros como contrapartida à admissão de idosos no lar.
Os factos remontam a 2016 e os arguidos desempenhavam as funções de presidente, vice-presidente para a área cultural e recreativa e diretora de serviços do Casp.
O Ministério Público considerou que foi exigido aos familiares dos utentes, e por eles entregue como condição para a admissão na IPSS, o montante de 90.000 euros, e é esse o valor que o MP quer que os arguidos paguem ao estado.
"Joaquim Pereira um dos acusados disse ao " Minho" que ninguém da direcção pediu dinheiro a ninguém e que as pessoas davam donativos porque queriam, e que está de consciência tranquila"
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