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E se na Sala da Capela pode conhecer o trabalho de Fernando Morgado, no site do Museu pode conhecer a sua história de vida, que foi agora publicada em formato digital, quando o seu protagonista já conta 94 de idade. Aqui fica um pedaço dessa prosa, esperando abrir o seu apetite para a leitura integral em https://www.museuolaria.pt/wp-content/uploads/2022/02/FERNANDO-MORGADO_O-Ceramista_barrista-de-Galegos_Santa_Maria.pdf "A história de vida de Fernando Morgado começa muitos anos antes dele sequer ter nascido, quando a sua avó paterna, Maria Rosa Morgado, mulher devota à Igreja, se enamorou do Abade Pais, de Roriz, e desse amor proibido nasceu uma criança que a mãe colocaria na roda dos expostos. «O meu pai era Américo Exposto. A minha avó paterna era uma pessoa muito dedicada à igreja... E aconteceu o que aconteceu, porque sempre se reconheceu que o meu pai era filho do Abade Pais, de Roriz. Mais tarde, o meu pai emigrou para o Brasil, em 1930, e regressou em 1935. Após o seu falecimento, eu tive curiosidade de analisar os documentos dele, inclusive o passaporte, e verifiquei que lá estava, de acordo com a certidão de nascimento, Américo Exposto, filho ilegítimo. Não constava nem nome de pai nem nome da mãe. Depois, mais tarde, ele conseguiu tirar o Exposto, através do Registo Civil, e ficou Américo Morgado»".
Fonte: CMB
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