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Rádio Cávado

2020/01/21

Preços das casas em Portugal sobe 14,1% em novembro

Nacional Regional Últimas

Os preços das casas em Portugal Continental subiram 14,1% em novembro face ao mês homólogo, e aceleraram 1,7% em relação a outubro, contrariando a tendência de abrandamento que predominou em 2019, divulgou, esta segunda-feira, a Confidencial Imobiliário. De acordo com os dados no Índice de Preços Residenciais (IPR), apurados pela Confidencial Imobiliário e divulgados esta segunda-feira, “os preços de venda das casas em Portugal (Continental) aumentaram 1,7% em novembro face ao mês anterior, assinalando uma aceleração na taxa de variação mensal que interrompe a tendência de suavização que predominou ao longo do ano”. Desde abril que a variação em cadeia dos preços das casas em Portugal exibia uma tendência de abrandamento, com as taxas a oscilar entre os 0,6% e os 1,5% e apurando-se uma subida mensal média de 1,2% ao longo deste período, esclarece a imobiliária. “A valorização mensal registada em novembro vem interromper, de forma mais expressiva, este percurso e equipara-se às taxas de variação mensal registadas em janeiro e fevereiro, que superaram 1,6%”, acrescenta. Já comparativamente a novembro de 2018, a subida de preços no país atingiu 14,1% no período em análise, recuperando em 0,9 pontos percentuais face aos 13,2% de variação homóloga que o IPR apresentou em outubro. “Novembro volta, assim, a colocar a valorização homóloga da habitação nos níveis superiores a 14,0% que apresenta desde março de 2018, um patamar apenas interrompido neste último mês de outubro”, refere e imobiliária. “Estes dados mostram que as expectativas de abrandamento da subida dos preços em Portugal traçadas para 2019 acabaram por não se cumprir, apesar da valorização dos mercados âncora de Lisboa e Porto estarem claramente a perder ritmo”, refere, em comunicado, o diretor da Confidencial Imobiliário, Ricardo Guimarães. Segundo o responsável, “os preços a nível nacional mantêm um ritmo forte e constante de subida, apesar de já superarem em 34% os níveis de 2007, sendo agora impulsionados pelos mercados da periferia destas cidades, onde, de forma geral, os preços só descolaram em 2019”. (Notícia Agência Lusa)

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