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Mário Constantino sublinhou ainda que a "instituição Igreja percebeu que quanto mais estiver aberta à sociedade mais e melhor serve a comunidade". "Colaboração" foi de resto uma palavra que atravessou todos os discursos. Antes, já o presidente da Junta de Quintiães e Aguiar, António Silva Pereira, tinha agradecido a ajuda do Município na concretização destas obras, considerando que melhoraram significativamente Quintiães. "A requalificação do adro da Igreja era uma necessidade. A população tinha feito um esforço enorme para arranjar a Igreja paroquial e era agora a nossa vez de contribuir para que o adro tivesse a dignidade que todo este conjunto merece. Felizmente conseguimos o nosso objetivo". O autarca disse também que "homenagear os antepassados é preservar e melhorar o legado que deixaram", e relativamente ao alargamento e requalificação do cemitério considerou que era "uma obra necessária que dignifica os que já partiram, mas também a freguesia e a população".
Após a bênção das obras do adro da Igreja e do Cemitério, o padre Carlos Leme também usou da palavra, abordando o conceito de "laicidade positiva". "Embora o Estado seja laico, isso em nada impede que as instituições, entre elas a Igreja, deem as mãos para realizar iniciativas que sejam úteis para a sociedade", enunciou o pároco da freguesia.
A cerimónia realizada ontem estava integrada no Programa das Festas em Honra de Santa Marinha, que decorrem até esta segunda-feira na freguesia.
Entretanto, em Quintiães, estão também a decorrer as obras de pavimentação na rua que liga a Capela de Santa Marinha ao lugar do Souto do Ó e ao lugar da Cachada, no valor de cerca de 97 mil euros.
A empreitada está a ser executada ao abrigo do Programa Novos Caminhos, uma iniciativa da Câmara Municipal para acabar o mais rápido possível com as vias em terra batida que servem habitações, comércios e indústrias.
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