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Para o primeiro-ministro, o país tem de apostar num “jogo de soma coletiva”, que começa no investimento na qualificação, passa por empresas mais produtivas e redunda em melhores salários.
“Temos de investir cada vez mais na educação(…). O maior défice estrutural do país ao longo de décadas, ou mesmo de séculos, é o défice do conhecimento e qualificação dos recursos humanos. É esse o défice que temos de vencer”, acentuou.
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Costa afirmou a ambição de ver Portugal sair desta crise “mais forte do que estava em fevereiro”, referindo que os recursos que a União Europeia constituirão “um forte acelerador” do desenvolvimento estrutural do país e não uma “aspirina” para aliviar momentaneamente das dores de cabeça dos portugueses.
“Este tem de ser o grande desafio neste Programa de Recuperação e Resiliência: vencer esta crise e sair desta crise mais fortes”, enfatizou, apelando a que "ninguém baixe os braços”, porque “há mais vida para além da pandemia”.
Por isso, considerou ser “absolutamente essencial que o país não pare” e apontou como exemplo as instituições de ensino superior, que, apesar da pandemia, “não ficaram fechadas” e retomaram o ensino presencial, ainda que também com componentes de ensino à distância.
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