A Smartex, uma startup do Porto, está a desenvolver sensores, câmaras e acelerómetros que, através de sistemas de visão computacional e de inteligência artificial, podem detetar defeitos nos tecidos logo a partir da tecelagem. Pode, por isso, poupar milhões de euros à indústria têxtil. Com quatro anos de desenvolvimento, o sistema está a ser testado nas fábricas da Rifertex e da João António Lima Malhas, ambas em Barcelos
A plataforma entrou na semana passada num dos maiores programas de aceleração do mundo de hardware e recebeu um investimento de 221,1 mil euros. Gilberto Loureiro, um dos fundadores, destacou ao dinheirovivo que pode "reduzir os defeitos na produção para 0%, evitando perder tempo, milhões de euros em material e desperdício de pessoal".
Com três fundadores, a empresa portuense tem expectativas elevadas para 2019. As primeiras vendas ocorrerão ainda este ano, depois do desenvolvimento na China e nos EUA.
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