A Associação dos Transitários de Portugal (APAT), cujos membros representam 1 por cento do PIB nacional, promoveu, junto dos seus associados, um questionário sobre o impacto da COVID-19.
O inquérito tinha como principal objetivo perceber de que forma os transitários estão a contornar as consequências da COVID-19 e que expectativas têm para o futuro. Desta forma, pretendia-se perceber as maiores dificuldades e também o caminho a seguir, sustentado na opinião de quem trabalha todos os dias nos setores da Logística e da cadeia de Transportes.
As principais conclusões do inquérito indicam que:
Para os transitários, as principais dificuldades passam por:
Relativamente ao futuro e a perspetivas de recuperação da crise atual para a atividade transitária, há duas correntes de opinião: uma defende que o levantamento gradual das contingências determinará a aceleração da recuperação económica, enquanto outra acredita que, apesar da abertura gradual do mercado, o processo de recuperação será mais difícil e prolongado no tempo, essencialmente por questões económicas.
António Nabo Martins, Presidente Executivo da APAT, afirma: "Podemos talvez concluir, que apesar de algum otimismo que nos define sempre, porque estamos permanentemente focados em ajudar o país na retoma da atividade e no relançamento da nossa economia, sabemos também que temos de ser cautelosos pois muito dependerá das orientações do Governo e da UE e já não tanto da nossa vontade, esforço e abnegação".
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